In Search of Information About Disinformation

The article argues that, despite recent legislation aimed at combating disinformation — such as Law 15/2022 and the revision of Article 6 of the Digital Rights Charter — Portugal still lacks a coherent national strategy. Several public bodies (CNCS, CIS, ERC, ANACOM, DGE, APAV, fact‑checkers) hold partial responsibilities, but there is little coordination, few public reports, and limited concrete results.

Only a handful of relevant studies exist, mainly from MediaLab/CNE and LabCom/ERC. The CIS has not published updates since 2020, the ERC rarely issues decisions on disinformation, and the first report from the Digital Services Coordinator (ANACOM) records no complaints in this area. Parliamentary debates have also failed to produce structural outcomes.

Meanwhile, European data from the DSA Transparency Database reveal the scale of the problem: over 910 million restricted content cases in just a few weeks, showing how widespread disinformation and illegal content remain.

The article concludes that Portugal needs a clear national strategy, with regular monitoring, better coordination between institutions, and a more proactive role for the State. The upcoming Media Law reform could be an opportunity to finally organise this critical field for democracy and citizens’ well‑being.

Ler na íntegra em português no Público de 4 de janeiro de 2026: https://www.publico.pt/2026/01/04/opiniao/opiniao/procura-informacao-desinformacao-2159979

The Algorithmic Turn: Echoes of Memory, Shadows of Freedom, Flaws of Democracy. How to Leverage the Media?

F. Rui Cádima foi o Keynote Speaker do II Seminario Internacional de Formación Permanente para los Estudios del Lenguaje Audiovisual e Interfaces (SIELAI), que decorreu a 11 de dezembro na Universidad Europea de Madrid. Apresentou uma comunicação subordinada ao tema “The Algorithmic Turn: Echoes of Memory, Shadows of Freedom, Flaws of Democracy. How to Leverage the Media?”.

Em síntese, a comunicação analisou como as tecnologias algorítmicas (VLOPs, IA, GenAI) estão a transformar os sistemas mediáticos. Na perspectiva crítica, as plataformas digitais funcionam como tecnologias de controlo, reconfigurando o pluralismo, a opinião pública e a comunicação democrática. Os algoritmos fragmentam a memória coletiva, reconfiguram as subjetividades através da personalização e dos perfis preditivos, e deslocam o espaço público da esfera da liberdade para a modulação através de sistemas computacionais opacos. A partir de uma perspetiva diferente, de agenciamento da sociedade em rede, a comunicação analisa a assimilação da IA pelo jornalismo, destacando desafios e estratégias de inovação para a viabilidade dos media, o controlo da desinformação e dos novos regimes de verdade. Por fim, sublinha-se a necessidade de repensar aprofundadamente o novo contexto mediático, a dinâmica das plataformas e a sua monitorização à luz do quadro regulatório europeu, bem como novas estratégias de comunicação, de resiliência, confiança e mudança social, face à atual regressão democrática.

Mais informação: https://sielai.congreso.info/

Programa: https://sielai.congreso.info/programa/

Proteger o jornalismo, consolidar a democracia: uma análise do MPM 2025

A equipa portuguesa do Media Pluralism Monitor (MPM), coordenada por Francisco Rui Cádima, com Carla Baptista, Luís Oliveira Martins e Marisa Torres da Silva, todos Investigadores do ICNOVA, acaba de publicar um texto de avaliação do sistema de media em Portugal a partir dos dados do MPM 2025. O artigo, sob o título “Proteger o jornalismo, consolidar a democracia: uma análise do MPM 2025”, saiu no Público de 1 de Novembro de 2025, e pode ser consultado no seguinte link:
https://www.publico.pt/2025/11/01/opiniao/opiniao/proteger-jornalismo-consolidar-democracia-analise-mpm-2025-2152952

Duas ou três coisas que sei dele (na morte de Francisco Pinto Balsemão)

Procurando interpretar a importância da ação de Francisco Pinto Balsemão no âmbito específico da história da comunicação social em Portugal, destacaria alguns aspetos que me ocorrem um pouco ao correr da pena.

Um primeiro tem a ver com a proposta de Lei de Imprensa de 1970, o chamado projeto “Sá-Carneiro-Balsemão”, apresentado enquanto deputado da ala liberal da Assembleia Nacional. Balsemão especificará no seu livro Informar ou Depender? (Ática, 1971) que se tratava de terminar com a arbitrariedade dos serviços de censura da ditadura e resgatar, entre outras, “a liberdade de expressão do pensamento” e a “integridade moral dos cidadãos”. O livro é publicado, aliás, sem que FP Balsemão saiba do desfecho do projeto, uma vez que a Lei de Imprensa aprovada será a da proposta do governo de Caetano, promulgada já no final de 1971, tinha o livro já sido publicado. O debate sobre a lei decorreria na Assembleia Nacional em julho de 1971. Por perversa ironia, as suas próprias palavras durante o debate, que estavam para ser citadas no Telejornal da RTP de dia 27 de julho de 1971 eram censuradas: “(…) O deputado Pinto Balsemão apontou o anacronismo e as deficiências da legislação portuguesa atual sobre Imprensa, mais evidente quando vistas à luz das realidades sociais” (passagem cortada).

Um segundo momento tem a ver com os media na transição e no pós-25 de Abril. Ainda durante a ditadura FP Balsemão criará a Sojornal, em 1972, que estará na origem do grupo Impresa, e logo a 6 de janeiro de 1973, lança o Expresso, de que foi o primeiro diretor, projeto fulcral na sociedade portuguesa da altura. Ao longo dos anos 80, após a sua experiência governativa como Primeiro-Ministro, entre 1981 e 1983, FP Balsemão terá como foco o crescimento do seu grupo (tinham-se juntado entretanto ao Expresso, a VASP, o Blitz e a Exame) tendo como objetivo o alargamento ao audiovisual. Um tanto inesperadamente, ainda PM, FP Balsemão será confrontado com um pedido de um canal de televisão… D. António Ribeiro, cardeal-patriarca de Lisboa, ainda presidente da Conferência Episcopal portuguesa, apresentará, em janeiro de 1981, um requerimento por escrito ao PM FP Balsemão para que a Igreja fosse autorizada a explorar um canal de televisão. E antes do final de 1981 surgia a notícia no Expresso de 31 de dezembro: o primeiro-ministro Francisco Pinto Balsemão, analisado o parecer da comissão por si nomeada, exarara o despacho no qual reconhece que “não existe impedimento constitucional que impeça a Igreja Católica de ser proprietária ou concessionária de uma estação de televisão”. A verdade é que o projeto de TV da Igreja daria muitas voltas ao longo de dez anos até ver a luz do dia, e no início dos anos 90 vamos ter FP Balsemão e a sua SIC frente-a-frente com a “televisão independente” da Igreja (TVI/quatro). Convém fundamentalmente referir a sua forte intervenção na sociedade portuguesa no sentido da liberalização da lei da televisão. Tal pode ser visto, por exemplo, no seu discurso de setembro de 1984 no Seminário sobre “A Televisão em Portugal”, promovido pelo IPSD. Francisco Pinto Balsemão dava o mote na abertura do seminário: “A Televisão constitui, sem dúvida, um dos bloqueamentos existentes na sociedade portuguesa. Por isso o escolhemos como tema prioritário”. De caminho acusava os socialistas de, ao contrário da AD, não terem tido vontade política para mudar a Constituição neste âmbito.

Um terceiro momento tem que ver com o seu contributo, o seu pensamento, a sua procura em acompanhar de forma muito empenhada, diria quase obsessiva, aquilo a que se poderia chamar a “mutação dos media”, título aliás da sua cadeira na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (UNL), onde lecionou ao longo de cerca de 15 anos (1987-2002), tendo eu tido o provilégio de com ele conviver enquanto colega nessa fase. FP Balsemão foi um professor de uma entrega total, de uma exigência notável, quer na preparação das suas aulas, no cumprimento escrupuloso da sua missão pedagógica, por assim dizer, mas exigente também com os seus alunos, alguns deles atuais profissionais do grupo Impresa e que melhor do que ninguém poderão testemunhá-lo. Daí também ter sido absolutamente merecido o grau de Doutor Honoris Causa atribuído a FP Balsemão pela UNL em 2010. O seu conhecimento do sector da comunicação social foi também de enorme relevância para instituições europeias centrais na área dos media, tendo chegado a presidir a algumas delas, como o European Publishers Council, o European Institute for the Media, ou o European Television and Film Forum, tendo sido vice-presidente da Federação Europeia de Jornalistas.

Uma referência final à sua experiência de “neo-nativo digital”, que mostra bem a sua determinação em acompanhar as mutações tecnológicas. O seu livro Memórias (Porto Editora, 2021), foi adaptado como podcast, versão áudio da obra homónima. O projeto, com 24 episódios, utilizou inteligência artificial para clonar a voz de Francisco Pinto Balsemão, podendo ser ouvido tanto no website do Expresso como no Spotify. Como dizia Balsemão na altura: “Sou um apaixonado pelas novas tecnologias, por aprender coisas novas, mesmo com a minha simpática idade de 87 anos”. Essa era já a sua terceira experiência com IA, depois de em 2023 se ter estreado com “Deixar o Mundo Melhor”, série de 50 entrevistas a grandes protagonistas contemporâneos, e em 2024 ter produzido a série “IA – A próxima vaga”, uma série de 12 debates sobre o impacto da Inteligência Artificial e das novas tecnologias no mundo atual.

Artigos Científicos

  1. Cádima, F. R. (2020). A televisão no Portugal pós-revolucionário: instrumentalização, desregulação, demissão do Estado e debilitação do sector dos media. Media & Jornalismo, Vol. 20 N.º 37, pp. 131-141. https://doi.org/10.14195/2183-5462_37_7
  2. Cádima, F. R. (2020). A Memória e a Era Digital. Media & Jornalismo, 20(36), 193-206. https://doi.org/10.14195/2183-5462_36_10
  3. Cádima, F. R. (2019). Da invisibilidade de Salazar à presencialidade de Caetano. Sobre os media, a televisão e a ditadura em Portugal. Media & Jornalismo, v. 19 n. 35, pp. 197-209. https://impactum-journals.uc.pt/mj/article/view/7279/5667
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  71. Cádima, F. R. (2000). A Televisão Digital (DVB-T) e as políticas do audiovisual no contexto da Sociedade de Informação. Observatório, nº. 1, pp. 26-33. Lisboa: Obercom.
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  95. Cádima, F. R. (1999). O cinema, o público, a televisão – para uma ontologia da série e do telefilme. Revista de Comunicação e Linguagens, n. 23, pp. 165-179. Lisboa: CECL.
  96. Cádima, F. R. (1996). Videocultura, Memória e Esquecimento. Revista da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, nº. 1, pp. 83-94. Lisboa: FCSH.
  97. Cádima, F. R. (1996). A Convergência de Sectores e a Sociedade da Informação – uma perspectiva sócio-cultural. In: VI CONGRESSO DAS COMUNICAÇÕES, pp. 306-310. Lisboa: APDC.
  98. Cádima, F. R. (1996). Interactividade – espaço virtual de poder. In: I CONGRESSO INTERNACIONAL COMUNICACIÓN NA PERIFERIA ATLÁNTICA, 1996. Santiago de Compostela. Actas do I Congresso Internacional Comunicación na Periferia Atlántica. Santiago de Compostela: Universidad de Santiago de Compostela, pp. 163-168.
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  106. Cádima, F. R. e Braumann, P. J. (1990). Televisão – Oásis ou miragem?. Revista Marketing & Publicidade, nº. 40, pp. 32-37.
  107. Cádima, F. R. (1989). El Retorno de la Techne. Los Cuadernos del Norte, Caja de Ahorros de Asturias, Oviedo. Volume 10/Issue 54/Apr-Jun1989, Pages 48-53.
  108. Cádima, F. R. (1989). O Serviço Público de Televisão na Perspectiva dos Anos 90. Revista de Comunicação e Linguagens, nº. 9, p. 11-22. Lisboa: CECL.
  109. Cádima, F. R. (1989). Algumas Questões em Torno do Dispositivo Comunicacional Moderno. Revista de Comunicação e Linguagens, nº. 9, pp. 183-200, Lisboa: CECL.
  110. Cádima, F. R. (1988). No grande jogo da História. Revista de Comunicação e Linguagens, nº. 6/7, p. 373-379. Lisboa: CECL/FCSH.
  111. Cádima, F. R. (1988). Televisão – anos 90. Revista de Comunicação e Linguagens, nº. 8, p. 181-186. Lisboa: CECL/FCSH.
  112. Cádima, F. R. (1988). Notícia do Mundo e de lado nenhum, ou a ilusão naturalista da informação televisiva. Revista de Comunicação e Linguagens, nº. 8, p. 41-46. Lisboa: CECL/FCSH.
  113. Cádima, F. R. (1986). O retorno da Techne. Revista de Comunicação e Linguagens, 1986, nº 4, pp. 31-36. Lisboa: CECL/FCSH.
  114. Cádima, F. R. (1982). A televisão e os satélites: aspectos relativos à indústria e à ideologia. In: JORNADAS DE COMUNICAÇÃO, 1983. Lisboa. Actas das 2ªs Jornadas de Comunicação. Lisboa: ISCTE – Centro de Estudos de Sociologia, 1982, pp. 2-10. Lisboa: ISCTE.

Capítulos de Livros e artigos em Atas

  1. Cádima, F. R. (2025): «Portugal: procurando la sostenibilidad de los Public Service Media». En Labio-Bernal, A.; Del-Valle-Rojas, C. (eds.), Medios, servicio público y políticas de comunicación en América Latina, España y Portugal. Salamanca: Comunicación Social Ediciones y Publicaciones. ISBN: 978-84-10176-07-2 D.O.I.: https://doi.org/10.52495/c2.emcs.33.p112
  2. Carlini, R., Cádima, F. R., Flynn, R., Kalbhenn, J. C. (2025). Media viability vs Market plurality: A comparative perspective. In: Brogi, E., Nenadić, I., & Parcu, P.L. (Eds.). (2024). Media Pluralism in the Digital Era: Legal, Economic, Social, and Political Lessons Learnt from Europe (1st ed.). Routledge. https://doi.org/10.4324/9781003437024
  3. Cádima, F. R. (2025). Os media e a comunidade brasileira em Portugal no século XXI: alheamento, desinformação e acolhimento/reconhecimento. Actas da Conferência SECOLAS – Southeastern Council of Latin American Studies – Annals issue of The Latin Americanist . 72nd Annual Meeting, Instituto Mora, Mexico City. April 26, 2025. (submetido)
  4. Cádima, F. R. (2024). Inclusion and diversity in the media system in Portugal. Actas do XXXVI CONGRESO INTERNACIONAL AISOC – Asociación Iberoamericana de Investigación en Sociología de las Organizaciones y Comunicación, sob o tema ORGANIZACIONES, CAMBIOS TECNOLÓGICOS Y SOCIEDADES INCLUSIVAS. Escuela de Negocios y Economía, Pontificia Universidad Católica de Valparaíso – Chile. Valparaíso, 4 de julho de 2024. (submetido)
  5. Cádima, F. R. (2024). “O futuro do ‘Public Service Media’ e o papel do Estado no apoio ao sistema de media/new media”. Actas da Conferência RIPE@2024 – Public Service Media for Innovation and Sustainability. Lisboa, ICNOVA, 18 de Maio de 2024. (submetido)
  6. Cádima, F. R. (2021). Covid-19 em Portugal e o apoio aos media. In Cádima, F. R. e Ferreira, I. (2021). Perspectivas multidisciplinares da Comunicação em contexto de Pandemia (Vol II), pp. 30-46. Lisboa: ICNOVA.
  7. Cádima, F. R. (2021). Mário Mesquita ou a liberdade por princípio. Livro de homenagem a Mário Mesquita, pp. 63-78. Coordenação de Carlos Guilherme Riley, Cláudia Henriques, Pedro Marques Gomes, Tito Cardoso e Cunha. Lisboa: Tinta da China.
  8. Cádima, F. R. (2021) Infotainment, jornalismo e cidadania. In Infoentretenimento — Possíveis Abordagens Regulatórias, pp 154-171. Coord: João Pedro Figueiredo e Vanda Calado. Coimbra: Almedina/ERC.
  9. Cádima, F. R. (2021). Covid-19 em Portugal: do “negacionismo” e da negligência ao estado de emergência. In Cádima, F. R. e Ferreira, I. (2021). Perspectivas multidisciplinares da Comunicação em contexto de Pandemia (Vol II), pp- 6-29. Lisboa: ICNOVA.
  10. Cádima, F. R. (2020). Public Service Media, diversidade e sustentabilidade. Uma análise do caso português (2015-2020). Actas del VII Congreso Internacional de la AE-IC – Asociación Española de Investigación de la Comunicación. ‘Comunicación y Diversidad’, pp. 136-159. 28 al 30 de octubre de 2020, Valencia, España. https://aeicvalencia2020.org/wp-content/uploads/2021/01/Libro-de-Comunicaciones-VII-Congreso-Internacional-de-la-AE-IC-Valencia-2020.pdf.
  11. Cádima, F. R. (2020). Memória e esquecimento: ambivalências do digital entre a Wikileaks e o Facebook. In Actas 14º Congreso Mundial de Semiótica: Trayectorias. Tomo 5. Comunicación Mediática, Publicidad y Digitalidades. International Association for Semiotic Studies (IASS/AIS), pp. 43-54. Buenos Aires. DOI: 10.24308/IASS-2019-5-005
    https://iass-ais.org/proceedings2019/Proceedings_IASS_2019_tomo_5.pdf
  12. Cádima, F. R. (2020). Europe out of the Picture. In NOTES ON EUROPE. The Dogmatic Sleep. Edited by Neves, E., Luís Lima, L., and Rodrigues, N. F. Porto: CEAA / ESAP-CESAP, 2020, p. 36-56. https://comum.rcaap.pt/handle/10400.26/31891
  13. Cádima, F. R. (2020). Tempo, memória, distopias: fracturas do digital. In Tempo e Memória – interfaces entre os campos da comunicação e da história (Orgs: Ana Regina Rego, Teresinha Queiroz e Antonio Hohlfeldt), pp. 39-52. Porto Alegre: EdiPUCR. https://editora.pucrs.br/livro/1429/.
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  16. Cádima, F. R. (2019). Uma análise do website da RTP e os ‘novos serviços audiovisuais’ da televisão pública. In Cádima, F. R. (Org.). Diversidade e Pluralismo nos Média. Lisboa: ICNOVA, pp. 93-108. http://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/sites/38/2019/04/ICNOVA_Diversidade_Pluralismo_total_v2.pdf
  17. Cádima, F. R. (2019). Revisão do problema da Legitimação do PSM no contexto digital. In Cádima, F. R. (Org.). Diversidade e Pluralismo nos Média. Lisboa: ICNOVA, pp. 129-140. http://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/sites/38/2019/04/ICNOVA_Diversidade_Pluralismo_total_v2.pdf
  18. Cádima, F. R. et al. (2019). MPM Portugal 2017: Monitorização do Pluralismo nos Média. In Cádima, F. R. (Org.). Diversidade e Pluralismo nos Média. Lisboa: ICNOVA, pp. 239-256.http://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/sites/38/2019/04/ICNOVA_Diversidade_Pluralismo_total_v2.pdf
  19. Cádima, F. R., Martins, L., e Neves, R. (2018). Retrasos y asimetrías en el desarrollo de las TIC: para una sociedad del conocimiento iberoamericana sostenible, plural e inclusiva. In Informe sobre El Estado de la Cultura en España y el Espacio Cultural Iberoamericano (Coord: Enrique Bustamante), pp. 75-86. Observatorio de Cultura y Comunicación. FUNDACIÓN ALTERNATIVAS: Madrid 2018. http://www.fundacionalternativas.org/public/storage/publicaciones_archivos/b5486a66778ecb59cfd0e6f2fba931fb.pdf
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  21. Cádima, F. R. (2017). Salazar, o regime e a televisão: para uma arqueologia da ‘invisibilidade’ televisiva do ditador. In Garcia, J. L. Alves, T., e Léonard, Y. (eds.), Salazar, o Estado Novo e os Media, pp. 327-345. Lisboa: Edições 70.
  22. Cádima, F. R. (2017). A cultura da Internet: Internet e censura de Estado; Terrorismos e media. Anuário Janus 2017: A Comunicação Mundializada, pp. 68-73. Lisboa: Universidade Autónoma de Lisboa.
  23. Cádima, F. R. (2017). La légitimation des médias de service public à l’ère numérique. Actes du Colloque Internationalle [Méta]morphoses numériques de la culture et des médias. Éric George et Lena Hübner (Coords.), pp. 78-87. Cahiers du Cricis. Numéro spécial 2017-1. Montréal: CRICIS/UQAM. http://www.cricis.uqam.ca/wp-content/uploads/2017/10/Cahiers2017_VF.pdf
  24. Cádima, F. R., Torres da Silva, M. e Martins, L. O. (2016). Os media e o pluralismo em Portugal. Actas do III Simpósio OBCOM – Observatório de Comunicação, Liberdade de Expressão e Censura. USP – Universidade de São Paulo.
  25. Cádima, F. R. (2016). A Ditadura, o Telejornalismo Português e a Guerra Colonial” (2016). In, O Jornalismo e a Guerra Colonial, de Sílvia Torres (Ed.). Lisboa: Editora Guerra e Paz.
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  27. Cádima, F. R. (2015). Uma passagem pelo PIDC – Programa Internacional para o Desenvolvimento da Comunicação (2002-2004). UNESCO 70 Anos – Educação, Ciência, Cultura e Comunicação, pp. 96-99. Comissão Nacional da UNESCO. Lisboa: CNU – Comissão Nacional da UNESCO.
  28. Cádima, F. R. (2015). Sobre o digital: convergência, divergência, fractura. Livro de homenagem ao Professor Adriano Duarte Rodrigues, pp. 265-286. (Orgs: Francisco Rui Cádima e João Sàágua). Lisboa: Editora/FCSH.
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  30. Cádima, F. R. (2014) O Facebook, as redes sociais e o direito ao esquecimento”, in AAVV (2014). Informação e Liberdade de Expressão na Internet e a Violação de Direitos Fundamentais. Comentários em meios de comunicação online. Textos do colóquio sobre o mesmo tema, organizado pela Procuradoria Geral da República, com o apoio da ERC, em Lisboa e no Porto, em junho e dezembro de 2013, repetivamente. Lisboa: INCM/Procuradoria-Geral da República.
  31. Cádima, F. R. (2014). New problems for Journalism in the Digital Age, in Okay, Aydemir (Ed.), Understanding Communications in the New Media Era (pp. 173-184). (Proceedings of International Communication Faculties Conference, October 10-13, 2013). Istanbul: The Journalists and Writers Foundation Press.
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  33. Cádima, F R. e Torres da Silva, M. (2013). Novas convergências digitais, novos perfis e competências. Libro de Actas. XIII Congreso Internacional Ibercom, pp. 4892-4898. Margarita Ledo Andión, Maria Inmacolata Vassallo de Lopes. Santiago de Compostela: IBERCOM, AssIBERCOM, AGACOM.
  34. Cádima, F. R. (2013), Novas Convergências Digitais. Media, Humanidades e Artes. in Actas do Seminário “Cultura Empreendedora e Innovadora para las Industrias Culturales y Creativas” – II Foro Internacional INDCREA (Ed. Francisco Campos). Vigo: INDCREA/Media XXI.
  35. Cádima, F. R. (2013). O documentário e o dispositivo televisivo. Panorama 2013 – 7ª Mostra do Documentário Português pp. 14-17. Edição: Arquivo Municipal de Lisboa/Videoteca de Lisboa.
  36. Cádima, F. R. (2012). Das crises aos desafios do Jornalismo na era pós-Wikileaks. Livro de homenagem ao professor Nelson Traquina, pp 234-253. Coord: Isabel Ferin et altri. Lisboa: CIMJ.
  37. Cádima, F. R. (2011). Television Remix: do Jornalismo à Wikileaks. Actas do III Seminário Internacional luso-brasileiro (Panorama Brasil-Portugal em Movimento) Media, Identidade, Cidadania, pp. 15-20. Lisboa: CIMJ.
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